sábado, 7 de junho de 2014

Os quilombolas

       A nomenclatura “quilombo” vem da junção de duas palavras, sendo “kilombo” da língua Quimbundo e “ochilombo” da língua Umbundo. Essa palavra passa a ser usada em nosso país para nomear uma determinada comunidade, ou seja, um grupo de escravos fugitivos.
      Esses escravos fugitivos, agora chamados de quilombolas, eram considerados uma resistência, pois lutavam pela libertação de outros escravos, que como eles viviam em condições precárias, eram submetidos a trabalhos braçais árduos e eram punidos com extrema violência.
        Nas comunidades quilombolas, todos viviam segundo os costumes da cultura africana. Os quilombolas plantavam e caçavam para manter a todos da comunidade, sem passar fome. Essas comunidades quilombolas eram organizadas geralmente, no meio das matas, por ser um local de difícil acesso, tentando evitar uma recaptura; que na época, um escravo fugitivo, quando recapturado, era torturado na frente dos demais, para que servisse de exemplo, aos outros escravos dos senhores de terras.
Nos dias de hoje, ainda podemos encontrar comunidades remanescentes dos quilombolas, que até hoje em dia, lutam pelos seus direitos, que são negados e deixados de lado.

Crítica – Direitos Humanos

       Desde nossa colonização, os negros e os índios, são desrespeitados em nosso país; no início por nossos colonizadores e atualmente por nossos governantes.
Os negros foram traficados de sua terra natal para serem escravizados ma América do Sul, sendo submetidos à condições subumanas e tratados como bichos, com punições violentas e uma carga de trabalho árdua.
       Após a abolição da escravatura, os remanescentes quilombolas ainda sofrem por não terem seus direitos respeitados; como exemplos têm alguns remanescentes vivendo em locais de difícil acesso, por não terem suas terras por direito entregues a eles.
Enquanto os direitos a terra e à legislação não “favorecerem” de forma correta aos remanescentes, eles ainda estarão à margem da sociedade e poderão ser considerados escravos de sua própria liberdade.

Referências:

Disponível em: <blogs.esecs.ipleiria.pt/quilombos/cursos/> acessado em: 01 de abril de 2013

Disponível em: <WWW.palmares.gov.br/quilombola> acessado em: 01 de abril de 2013

Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18246> acessado em: 01 de abril de 2013

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