quarta-feira, 4 de novembro de 2015

sábado, 5 de setembro de 2015

domingo, 2 de agosto de 2015

domingo, 19 de julho de 2015



Participação na festa literária em Paraty: Norma (Coordenadora), Dora (Bibliotecária), Ana (Bibliotecária) e Janice (Coordenadora)



               Belos trabalhos realizados na direção de nossos Bolsistas na FLIP em Paraty. Parabéns!

sábado, 4 de julho de 2015


                                            PIBID (SUBPROJETO INTERDISCIPLINAR)

SUBPROJETO INTERDISCIPLINAR (FEUC) ATUANDO NA FESTA LITERÁRIA EM PARATY (FLIP).

sábado, 6 de junho de 2015


FEUC

Professora: Norma Maria

Disciplina: Literaturas Africanas

Aluna: Valéria de Almeida Peres

Curso: Letras/Literaturas – Noite

Período: 7º

 

Resumo por esquema

Título: Os Quilombos e suas regularizações.

  • Os Quilombolas são grupos étnicos, constituídos pela população negra rural ou urbana.
  • Relação com a terra, o parentesco, o território, a ancestralidade e tradições.
  • Programa Brasil Quilombola (PBQ) em 12 de março de 2004.
  • Auto reconhecimento de sua comunidade, sobre o amparo legal da convenção 169, Decreto Legislativo 143/2002 e Decreto nº 5.051/2004.
  • Incra, órgão competente na esfera federal por força do Decreto nº 4.887, de 2003.

Referência: www.incra.gov.br

Estrutura – fundiária /Quilombolas.

 

quinta-feira, 9 de abril de 2015


FUNDAÇÃO EDUCACIONAL UNIFICADA CAMPOGRANDENSE

FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES

CURSO: Letras (Literaturas)                                DISCIPLINA: Literaturas Africanas

ALUNA: Vânia Gonçalves de Almeida              PERÍODO:

PROFESSORA: Me. Norma Maria Jacinto

 

Quilombolas

  1. Desenvolver um resumo por esquema.
     
    A História quilombola

  • O surgimento da denominação quilombola.
  • A história dos quilombos numa relação atual e passada.
  • A organização e a economia do povo que vive em quilombos.
  • As dificuldades enfrentadas por eles.
  • A difícil relação entre quilombolas e governo.

Referências

  • http://www.cpisp.org.br/comunidades/
  • http://www.historiadobrasil.net/quilombos
  • http://www.incra.gov.br/estrutura-fundiaria/quilombolas
  • http://www.sohistoria.com.br/ef2/culturaafro/p2.php
     

  1. Qual a relação entre os quilombolas e a população negra de um modo geral?

Estabelecer uma relação entre os quilombolas e o restante da população negra não é trabalho fácil. Mesmo pertencendo a um mesmo povo cada um apresenta uma particularidade.

       A população negra, em geral, ainda sofre bastante preconceito e discriminação, mas já conquistou inúmeros direitos nas cidades e se fez valer como população tão importante quanto a branca. O negro, no contexto urbano e atual, alcançou o direito à educação, à saúde e, o acesso aos bens mais básicos para a manutenção da vida; coisas que a sociedade quilombola ainda não conseguiu.

O quilombola, (escravo refugiado em quilombo ou descendente de escravo) passa por uma série de problemas nos quilombos onde vivem. Na maioria desses locais não há acesso à educação, há poucas escolas, não há médicos e o saneamento básico não chegou. Eles gostam da terra, mas o trabalho é duro, pois vivem de forma agrária.

Com tudo isso, fica evidente que os quilombolas e a população negra urbana não estão num patamar de igualdade. Os negros que estão nas cidades têm acesso a bens e serviços que os negros quilombolas não têm. Uma coisa é igual: o amor e o respeito pela cultura ancestral e o orgulho daqui8lo que conquistaram, seja nos quilombos ou nas cidades.

 

  1. Dissertar sobre o ponto relevante da pesquisa.
     

Um ponto relevante na pesquisa é o fato das comunidades quilombolas serem ainda desconhecidas pela maioria das pessoas, embora seja uma cultura riquíssima.

Essas pequenas comunidades isoladas em áreas rurais conservam a história de um povo bravo e autônomo.

Os quilombolas lutaram e ainda lutam pela posse das terras em que vivem. As oportunidades começaram a surgir para eles com a Constituição de 1988 que criou políticas específicas para eles.

Mesmo com dificuldades, os quilombolas, a meu ver, continuam persistentes.
Falar dos quilombolas é falar de um povo vasto em cultura e pouco conhecido. Falar de remanescentes africanos é falar de um povo sofrido, porém bravo e que não se abate facilmente.

segunda-feira, 23 de março de 2015


Fundação Educacional Unificada Campograndense
Faculdades Integradas Campo-Grandenses
 
 
Nome: Jubiatana G. Dias de Mello
Curso: Letras/ Literaturas – 6º período
Disciplina: Literaturas Africanas e Língua Portuguesa
Prof: Norma
 
  1. Resumo por esquema.
A tradição de um povo guerreiro
  • Um povo que mantém suas tradições culturais: língua, religião, agricultura, organização social etc.
     
  • Sobrevivem pela agricultura de subsistência, a terra é responsável pelos seus alimentos.
     
  • A terra também é sinônimo de tranquilidade, de liberdade, de paz e de conquista.
     
  • Os quilombolas vivem em pleno século XXI em lugares afastados com ausência total de qualquer tecnologia.
     
     
Referências:

FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES.

PROFESSORA: NORMA.

DISCIPLINA: LITERATURAS AFRICANAS.

ALUNO: FLAVIO SEBASTIÃO LIMA DE AZEVEDO.

MATRÍCULA: 111099-1.

TURNO: NOITE, SÉTIMO PERÍODO.

CURSO: LETRAS – LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS.

DATA: 13/9/14

 

1 – Resumo por esquema.

Escravos refugiados

 

  • Quilombos são locais de refúgios dos escravos e afrodescendentes em todo o continente.
  • Entre os séculos XVI e XIX, os escravos fugiam das fazendas e se abrigavam nos quilombos.
  • Quilombolas é a designação comum aos escravos refugiados em quilombos, ou descendentes de escravos cujos antepassados no período da escravidão fugiram.
  • O termo quilombola vem do tupi – guarani “cañybó e significa (aquele que foge muito)
  • Referências:< www.incra.gov/estrutura-fundiaria/quilambolas. > Acesso 30/8/14.

2- Ponto relevante na pesquisa.

      Atualmente, são identificadas mais de mil comunidades remanescentes de quilombo no Brasil, como a escravidão foi abolida em 1888, não há mais razão para se referir a estes núcleos como quilombos na atualidade. A legislação brasileira denomina estes grupos de “comunidade remanescente de quilombo”. Esta categoria social é de criação relativamente recente, mas busca representar, defender e manter todos estes grupos que tenham origem em comunidades quilombolas.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Visita à aldeia Paraty Mirin.



Fundação Educacional Unificada Campograndense – FEUC

Faculdades Integradas Campo-Grandenses – FIC

Curso de Letras- Português/ Literaturas

 

 

 

Roseane Marques Borges 

6º. Período - Disciplina: Literaturas Africanas de Língua Portuguesa

 

1 . Resumo por Esquema:

 

Os Quilombolas

 

  • A formação deu-se através de terras que os escravos herdaram dos antigos senhores, da igreja ou posse de terras chamadas “desagregadas”, ou seja, abandonadas pelos senhores.
  • A comunidade quilombola se autodefine como “remanescente de quilombo”, ou seja, tem parentesco com os escravos, mantém uma forte ligação com a terra e com a cultura de seus ancestrais.
  • A palavra “Quilombola” assumiu através dos tempos diversos significados, desde a definição de um povo guerreiro até assumir a identidade de autonomia, de manutenção de uma cultura que sofreu diversas agressões e desapropriações de suas terras.
  • Os Quilombolas sofrem muitas dificuldades com relação ao descaso das políticas públicas.
     
    2 . Relação entre os quilombolas e a população negra de um modo geral.
     
              Podemos observar que assim como os quilombolas, os negros de um modo geral sofrem o descaso do Governo, pois é algo que está latente desde a formação da cultura brasileira.
              A princípio, os negros não eram considerados como os índios “ homens da terra” e sim uma raça com uma cultura exótica, com práticas religiosas que não eram bem vistas aos olhos de uma cultura religiosa herdada pelos europeus.
              Essa exclusão social é mascarada nos dias de hoje através da aceitação de seus costumes, porém mantendo-os em seus “guetos”.
              A diferença entre um quilombola e um afrodescendente que vive na área urbana é apenas “espacial”, pois ambos continuam sujeitos à segregação, o primeiro por opção e o segundo por preconceito.
     
    3 .  Ponto relevante na pesquisa:
     
              Durante a pesquisa observei que mesmo diante de todos os problemas e forma de vida primitiva que os quilombolas vivem, eles mantêm uma forte ligação com sua cultura. Cabe a nós respeitá-los sem o “olhar de estranhamento” e entender que mesmo vivendo isolados, eles precisam de um apoio mais efetivo com relação à educação e à saúde.
             É importante que todo cidadão na formação escolar reconheça a existência desses grupos e na situação em que vivem, pois muitos quilombolas já tiveram suas terras desapropriadas, sofreram coação e famílias se desestruturaram por não ter um meio de subsistência.
              Assisti a um documentário em que famílias foram retiradas de suas terras na região de Alcântara– MA para que fosse instalada uma base aérea naquele local. Os quilombolas tiveram seu espaço territorial diminuído e o que lhes restou foram terras improdutivas para plantio e muita tristeza.
              É fato que essas decisões são tomadas por pessoas do poder em que o objetivo maior é o lucro, pois para eles os grupos de quilombolas não têm “valor social”.
              Gostei muito da expressão “aquilombar-se” que transcende o significado meramente territorial, pois aquilombar-se é defender-se das injustiças, manter uma identidade e fortalecer uma luta que vem desde o passado.
     
     
     
     
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
     
     
    INCRA. Disponível em:<http://www.incra.gov.br/estrutura-fundiaria/quilombolas>. Acesso em: 28 ago. 2014.
OS QUILOMBOS NO BRASIL: QUESTÕES CONCEITUAIS E NORMATIVAS. Disponível em: <http://ceas.iscte.pt/etnografica/docs/vol_04/N2/Vol_iv_N2_333-354.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2014.

Curso: Letras (Português Literaturas)              Disciplina: Literaturas Africanas

Data: 29/08/2014                                              Matrícula: 1115606

Aluno: Dácio Silva de Jesus                             Período: 7º

Professor(a): Norma Maria

 

A luta pela igualdade

  • Temos que exaltar os primeiros negros fugidos, que apesar de toda a repressão sofrida, eles enfrentaram o medo que tinham dos colonizadores, ou seja, seus senhores e saíram em busca de liberdade.  
  • É importante que saibamos da importância que os quilombos exerceram e exercem no que diz respeito a liberdade, a massificação e a continuação da população e da cultura negra.
  • Tivemos vários personagens importantes na luta pela igualdade e liberdade, porém Zumbi dos Palmares foi e é um grande herói.

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL UNIFICADA CAMPOGRANDENSE – FEUC

FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES – FIC

CURSO DE LETRAS- PORTUGUÊS/ LITERATURAS

DISCIPLINA: LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

PROFESSORA: NORMA MARIA

ALUNO: CARLOS ALBERTO DE CASTRO E SILVA JUNIOR

 

1- Resumo por esquema.

 

O cotidiano dos quilombolas

 

  • Os quilombolas são os afrodescendentes que vivem em uma cultura de resistência.
  • A educação nos quilombos é dada de uma forma bastante precária até os dias de hoje, tendo na maioria das vezes o ensino até o 4° ano.
  • Compete ao INCRA a regulamentação do território quilombola.
  • Diversos direitos são garantidos aos quilombolas pela constituição federal de 1988.

 

 

2- Ponto relevante na pesquisa.

 

          O ponto relevante de minha pesquisa foi tomar conhecimento de que em pleno século XXI ainda existam pessoas, comunidades, vivendo de uma maneira isolada, a margem da sociedade, com o mínimo de contato com as pessoas do centro urbano por amor a sua terra e preservação de seus valores e da cultura de seus ancestrais. Mesmo que para isso tenham de viver sem energia elétrica, sem saneamento, sobrevivendo apenas de uma cultura de subsistência.

 

REFERÊNCIAS:

 

 

Disponível em: <http://www.incra.gov.br/estrutura-fundiaria/quilombolas>. Acesso em: 23 de ago. 2014.

 

Disponível em: <http://www.quilombo.org.br/#!como-vivem/c1rlw>. Acesso em: 23 de ago. 2014.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

 
Pibid / FEUC - Apresentação de painel
 

 
 
 
SUBPROJETO INTERDISCIPLINAR
 
 OFICINAS DE CONTOS PIBID / FIC - 2014
 
COORDENADORAS: NORMA E JANICE
  1. "A menina Vitória", de Arnaldo Santos
  2. "Estória da galinha e do ovo", de José Luandino Vieira
  3. "Vovô Bartolomeu", de Antônio Jacinto
  4. "A morte da Zabelinha", de Antônio Cardoso
  5. "Meu toque", de Boaventura Cardoso
     Bolsistas:

 
01, Aline Duarte Martins de Souza
02. Daniella Francisca Santos
03. Dayse da Cunha Rapozo
04. Ester Maria de Sousa da Silva
05. Jordana dos Santos Rodrigues
06. Kamelly Alvar dos Santos
07. Karina Rangel Cruz de Assis
08. Luane Fernandes Firmino
09. Marcos Roberto Werneck Lopes
10. Maria de Fátima Alves Faustino Fros
11. Mayane Xavier Nogueira
12. Meire Lucy Cunha Araujo
13. Mirella Ingrid Ávila Ferro
14. Myla Clara Alves Pacheco
15. Natacia Evilen Queiroz Araújo
16. Patrick Silva dos Santos
17. Ranah Desirrê Cunha de Araújo
18. Renato Paulo Gomes de Sousa
19. Rosalia dos Santos Reis
20. Sheila Regina Costa Correia
21. Sidney William de Araújo Lima
22. Tatiana dos Reis Leite
23. Thamires Alarcão e Silva
24. Thiago da Silva Rodrigues
 
 
Apresentação das temáticas dos contos em pôsteres no Pibid/ FEUC