sábado, 7 de junho de 2014

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL UNIFICADA CAMPOGRANDENSE

Curso: Letras – 6º período
Aluna: Cássia Cristina Gomes Ribeiro
Professora: Norma

Os Quilombolas
     Os quilombolas, comunidade de escravos fugitivos, originou-se no período colonial do Brasil, entre os séculos XVII e XVIII. A palavra quilombo faz parte da língua Quibumbo e Ochilombo, de Umbundo na África. No Brasil, também eram chamados de “Mocambos”.
     Os escravos que conseguiam fugir tinham seus paradeiros na densa mata e acabavam formando grupos, que cada vez mais se fortaleciam, porque a cultura africana favorecia, pois plantavam e produziam no entorno das comunidades denominadas quilombolas. Com isso, o número de quilombos se multiplicou.
     A comunidade que mais se destacou foi Quilombo dos Palmares, na atual Alagoas, abrigava uma população de aproximadamente cinqüenta mil escravos. Devido aos maus hábitos, alguns pegavam alimentos escondidos dos engenhos, fato este que passou a provocar os habitantes próximos daquele local. Essa situação foi um dos fatores que contribuiu para o declínio dos Quilombos, pois a invasão holandesa foi o primeiro combate. E o outro fato marcante foi a ordem dada pelo governador de Pernambuco, liderada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho. Essa luta durou em torno de cinco anos, e tanto o chefe da comunidade, Zumbi, quanto os seus subordinados, foram derrotados.

Crítica
     Os senhores de engenho eram “proprietários” de vidas, que deveriam ser respeitadas e não escravizadas.


Escrito por normamjs às 18h25
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

Os Quilombolas
1 – Resumo
       Quando falamos em quilombolas, associamos a um lugar ermo, que os negros escravos fugiam para sua liberdade. Conquanto, não é bem assim. Suas conquistas também foram por meio de heranças, doações, compras, pagamentos de serviços prestados, etc. as comunidades quilombolas estão atualmente localizadas em todas as regiões do Brasil, são constituidas por grupos sociais de descendentes de escravos. Suas terras são passadas de geração para geração.
       A luta deste povo pelas suas conquistas, caracteriza o quilombo como um potente território de transição da condição que os negros se encontravam, ou seja, escravos, para uma ascendência de liberdade e autonomia.

2 – Crítica
       As comunidades quilombolas ainda não têm seus direitos garantidos nem mesmo seu reconhecimento desejado. A luta pela preservação de sua cultura e território é muito desejada.
       A Constituição Federal garantiu o direito a propriedade de suas terras(1988). Porérm, não tem sido fácil a efetivação desses direitos já garantidos, pois o número de território é muito limitado. As escolas existentes nas comunidades são precárias, geralmente construídas de pau - a - pique, e a maioria dos professores não é capacitada adequadamente. O desrespeito a tradição e a cultura deste povo remanescente não para só por aqui. Há muito mais pontos precários a ser confrontados. Seus direitos não tem sido ascendente como a luta permanente desses indivíduos à sociedade.
     Os quilombolas são marcados predominantemente por lutas pelos ideais e direitos, sendo eles iniciados por direitos primitivos, direitos à vida. E, até hoje, não se tem os tão almejados direitos comuns, ou secundários, os direitos humanos e respeito ao seu modo de viver e a tudo o que já conquistaram até aqui.

3 – REFERÊNCIAS
http:/www.iserj.net/2012/05/osquilombolas/
BIANCA PINHEIRO DOS ANJOS        LITERATURAS – 6º PERÍODO


Escrito por normamjs às 18h25
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

Faculdades Integradas Campo-Grandenses – FIC
FEUC – Fundação Educacional Unificada Campograndense
Curso de Letras – Português/Literaturas - 6º período
Nome: Alcione da Costa Silva

"Os Quilombolas"
1 - Resumo
O termo "quilombo" ficou muito marcado no Brasil por ter tido o seu significado associado a um lugar escondido nas matas, destinado a todos os escravos fugidos que não aceitavam a vida de dor e sofrimento que levavam nas fazendas dos senhores brancos.
Seu objetivo era lutar, resistir e reestruturar sua cultura, seus credos religiosos, sua liberdade e honra. Seus direitos outrora desrespeitados pelos seus "donos" os impulsionavam a se reunirem secretamente para se organizarem por um ideal de liberdade. Os quilombos cresceram em todo o país, porém uns não conseguiram êxito, enquanto outros cresceram virando aldeias.
Sua economia era baseada na subsistência e pouco no comércio, sua derrota começou quando começaram a furtar em plantações e engenhos ao redor dos quilombos, causando a perseguição tanto dos Holandeses, quanto do governo de Pernambuco que contou com a ajuda do bandeirante Domingos Jorge Velho.
Nos quilombos, prevalecia a cultura de origem Africana. O mais interessante é que nos quilombos existiam como habitantes índios e foragidos. Seus moradores eram chamados de quilombolas. O quilombo que mais sobressaiu foi o de Palmares, em Alagoas. Foi também o que mais abrigou escravos refugiados. O seu maior líder foi Zumbi dos Palmares, que de nada adiantou sua bravura e resistência por longos cinco anos de batalha, quando por fim foram derrotados. Sua história fica a luta pela liberdade de um povo sofrido que nos deixou a contribuição para a formação da tão rica cultura Afro-brasileira. Nos dias atuais, podemos ainda contar com algumas comunidades quilombolas que resistiram após a abolição da escravatura. Vivem em locais afastados, sem tecnologia, sem riquezas, mas com o mesmo ideal do seu líder Zumbi, "a liberdade".

2 - Críticas (Direitos humanos)

No ano de 1988, o Brasil reconhece os quilombolas como donos da terra, manutenção de sua cultura própria.
Estes tais "direitos humanos" parecem estar um tanto quanto distante dos reais ideais dos quilombolas, que ainda vivem precariamente, sem recursos, sem dignidade. Direitos humanos no Brasil apenas funcionam para bandidos. Vivemos em um país sem memória, que esqueceu o quanto estes descendentes de escravos sofrem por lembrarem de seus antepassados que lutaram pela tão sonhada liberdade, que hoje eles lutam pelas terras que por direito já lhes pertencem. Então, que lei é esta que os obriga a lutar novamente? Muitos quilombolas não acreditam que a justiça vai fazer deles proprietários, sujeitos, donos de si. Na verdade, eles sentem-se escravos de uma sociedade que não se importa como são ou como vivem estes bravos habitantes dos quilombos. Sua fala é diferente, sua comida, seus costumes, suas prioridades. Direitos humanos, abram as asas sobre os quilombolas, pois eles somente querem ser livres para viverem longe de nós, que não nos importamos com a sua dor. A Lei Áurea parece não ter acontecido, pois os negros continuam escravos do preconceito e os índios também. Será preciso ressuscitar Zumbi para novamente recrutar os quilombolas que lutem para um futuro melhor? Ou esperar pelos Direitos Humanos?

3 - Referências

http: //www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/quilombo
http: //
www.suapesquisa.com/historiadobrasil/quilombos


Escrito por normamjs às 18h23
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

Os quilombolas
 1 - Resumo

             Quando se fala em quilombo, logo se pensa no Quilombo dos Palmares, um local isolado com escravos negros fugidos e seu herói Zumbi, o mais conhecido do Brasil. Os quilombolas, na verdade, são os atuais habitantes de comunidades negras rurais formadas por descendentes de africanos escravizados, que vivem, em sua maioria, da agricultura de subsistência em terras doadas, compradas ou ocupadas há bastante tempo.
           São grupos sociais cuja identidade étnica – ou seja, ancestralidade comum, formas de organização política e social, elementos linguísticos, religiosos e culturais – os distingue do restante da sociedade.
         Estima-se que há, aproximadamente, três mil comunidades quilombolas em todo o território nacional, com destaque para a Bahia, o Maranhão, Minas Gerais e o Pará.


2 – Crítica  (Direitos Humanos)
       
            A partir da Constituição Federal de 1988, a questão quilombola passou a fazer parte das políticas públicas brasileiras.
            A Declaração de Durban, África do Sul, elaborada na III Conferência Mundial de Combate ao Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata realizada em 2001, reconheceu que os afrodescendentes das Américas são vítimas de racismo e discriminação racial, o que gerou no Brasil a Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial.
            Percebe-se, contudo, que mesmo havendo um interesse particular do nosso país em extinguir essas questãos raciais, muito ainda há de ser feito para que haja realmente essa “igualdade” sonhada, almejada há muito, e realmente a Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial possa fluir nesse quesito.



FONTES CONSULTADAS:

COMUNIDADES quilombolas no Brasil. Disponível em: <http://www.cpisp.org.br/comunidades/html/i_brasil.html>.

EDUCAÇÃO quilombola: apresentação. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12396&Itemid=684>.

ESTÓRIAS quilombolas. Brasília: Ministério da Educação, 2008. (Coleção caminho das pedras, 3)

ROSA, Edna Ferreira. Comunidade quilombola Kalunga: entre o direito étnico, políticas públicas e a legislação ambiental. Revista de Direito Agrário, Brasília, D.F, ano 20, n. 21, p. 31-79.


Escrito por normamjs às 18h22
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

O vendedor de passados
O Vendedor de Passados é uma obra do autor José Eduardo Agualusa. Foi publicado em 2004 e é uma sátira e denúncia à política e questões sociais e culturais da atual Angola. Agualusa viveu de perto as tensões da guerra e as crises pós guerra e estes acontecimentos são narrados através de contos, poesias, romances, características próprias das Literaturas Africanas. Em que o autor vive as problemáticas sociais e transpõem através de textos literários.

Em O Vendedor de Passados no primeiro capítulo, Agualusa faz o uso de uma música. Nela, a primeira estrofe diz ” Nada passa, nada expira / O passado é / um rio que dorme / e a memória uma mentira / multiforme”. Trabalhar com questões relacionadas ao passado nas Literaturas Africanas de língua portuguesa ainda se faz presente e  é um traço forte e contemporâneo. Devido ao passado histórico e a formação da cultura africana, a imagem do europeu aparecerá na maioria das obras. No caso desta obra, o europeu é um oficial da marinha portuguesa em seu uniforme de gala. 

Em um diálogo aparecerá uma dança típica de Angola. O cuduro. Tal dança, é tão popular e tão importante culturalmente para esta região do continente africano que acabou sendo explorada em outros territórios africanos de língua portuguesa.

A paixão pela terra, por seus costumes e culturas fica nítido em uma dança da mulher negra com o albino. “Se não tem cuduro, não tem quizomba” . Ou seja,não tem alegria, não tem festa,  não tem o calor que teria se estivesse tocando o seu ritmo.

O autor neste capítulo cita alguns artistas de Angola. Banda Maravilha e Paulo Flores. A pátria é algo tão querido e importante  para o povo angolano que o primeiro álbum gravado da Banda Maravilha se chamou “Angola Maravilha” e o segundo “Samba, Luanda”.

No último parágrafo se deve novamente a exaltação da cultura do seu povo. Colocando a mulher africana como uma verdadeira deusa de pele perfeita, muito negra, uma negra de pele bonita e luminosa. Uma atenção a esse adjetivo: luminosa, luz. E a descrição dada ao albino como uma pele seca, áspera, cor de rosa.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
AGUALUSA, José Eduardo. O Vendedor de Passados. Rio de Janeiro: Gryphus, 2004.


Escrito por normamjs às 18h20
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

OS QUILOMBOLAS
1-RESUMO

Durante o período da colonização fora que surgiu os quilombolas, eram grupos de negros escravos revoltados com a situação precária, os maus tratos e as torturas da qual eram submetidos.                                                                                                                                
Esses grupos de negros escravos então fugiam e iam refugiar-se nas florestas em busca de paz, onde criavam suas casas, plantavam e ali sobreviviam. Suas comunidades eram chamadas quilombolas e era um exemplo de organização social e de hierarquização.
Até hoje eles mantém a cultura acesa na vida e no coração de todos os quilombolas, porém, a precariedade é grande até hoje, a comida é pouca e a escassez de água potável é enorme, a vida nos quilombos é de total abandono e desumanização. 

2- CRÍTICA
Os quilombolas são uma parcela da sociedade brasileira, parte da cultura, por isso, é necessário que sejam valorizados e não excluídos ou esquecidos.
A Constituição Federal de 1988, assim como o Decreto 4887/2003 e os direitos humanos preveem disposições para que os quilombolas tenham reconhecimento e posse das suas terras, porém, em pleno século XXI ainda em certas regiões, isso não é feito, apesar de ser lei pode-se ver evidencias de muita miséria e abandono.
A escravidão causou marcas profundas nos quilombolas, muitas ainda vivem isolados, não se socializam, não frequentam a escola e nem se quiser frequentam a cidade, por medo ou receio dos brancos.
O medo, a tristeza é perceptível aos olhos dessa comunidade, todos em união precisam olhar para os quilombolas com um olhar menos preconceituoso, excluir não é a solução, o que fará os membros dessa comunidade se sentir melhor e mais aliviados é a solidariedade e a cidadania.

REFERÊNCIAS
·        Disponível em< HTTP://PLANALTO.GOV.BR>  Acesso em 2 de abril de 2013.
·        Disponível em < WWW.CPISP.ORG.BR/COMUNIDADES> Acesso em 2 de abril de 2013.
·        Disponível em < HTTP:// QUILOMBOS.WORDPRESS.COM/LEGISLAÇÃO> Acesso em 2 de abril de 2013.
·        Disponível em<HTTP://INCRA.GOV.BR/INDEX.PHP/ESTRUTURA-FUNDIARIA/QUILOMBOLAS/FILE/107-LEGISLAÇÃO-QUILOBOLA>  Acesso em 2 de abril de 2013.


Escrito por normamjs às 18h13
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

Os quilombolas

       A nomenclatura “quilombo” vem da junção de duas palavras, sendo “kilombo” da língua Quimbundo e “ochilombo” da língua Umbundo. Essa palavra passa a ser usada em nosso país para nomear uma determinada comunidade, ou seja, um grupo de escravos fugitivos.
      Esses escravos fugitivos, agora chamados de quilombolas, eram considerados uma resistência, pois lutavam pela libertação de outros escravos, que como eles viviam em condições precárias, eram submetidos a trabalhos braçais árduos e eram punidos com extrema violência.
        Nas comunidades quilombolas, todos viviam segundo os costumes da cultura africana. Os quilombolas plantavam e caçavam para manter a todos da comunidade, sem passar fome. Essas comunidades quilombolas eram organizadas geralmente, no meio das matas, por ser um local de difícil acesso, tentando evitar uma recaptura; que na época, um escravo fugitivo, quando recapturado, era torturado na frente dos demais, para que servisse de exemplo, aos outros escravos dos senhores de terras.
Nos dias de hoje, ainda podemos encontrar comunidades remanescentes dos quilombolas, que até hoje em dia, lutam pelos seus direitos, que são negados e deixados de lado.

Crítica – Direitos Humanos

       Desde nossa colonização, os negros e os índios, são desrespeitados em nosso país; no início por nossos colonizadores e atualmente por nossos governantes.
Os negros foram traficados de sua terra natal para serem escravizados ma América do Sul, sendo submetidos à condições subumanas e tratados como bichos, com punições violentas e uma carga de trabalho árdua.
       Após a abolição da escravatura, os remanescentes quilombolas ainda sofrem por não terem seus direitos respeitados; como exemplos têm alguns remanescentes vivendo em locais de difícil acesso, por não terem suas terras por direito entregues a eles.
Enquanto os direitos a terra e à legislação não “favorecerem” de forma correta aos remanescentes, eles ainda estarão à margem da sociedade e poderão ser considerados escravos de sua própria liberdade.

Referências:

Disponível em: <blogs.esecs.ipleiria.pt/quilombos/cursos/> acessado em: 01 de abril de 2013

Disponível em: <WWW.palmares.gov.br/quilombola> acessado em: 01 de abril de 2013

Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18246> acessado em: 01 de abril de 2013


Escrito por normamjs às 18h13
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

Os quilombolas

FEUC-FUNDAÇÃO EDUCACIONAL UNIFICADA CAMPOGRANDENSE
Curso:Literaturas-Manhã
Data: 03/04/2013
Aluno: Bruno Fernando
Professora: Norma 
Resumo:     No período de escravidão no Brasil( Séculos XVIII e XVIIII),os negros que conseguiam fugir,se refugiavam com os outros em igual situação em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas.Estes locais eram conhecidos como quilombos.Nestas comunidades,eles viviam de acordo com uma cultura africana,plantando e produzindo em comunidades espalhads principalmente pelos estados da Bahia,Pernambuco,Goiás,Mato Grosso,Minas Gerais e Alagoas. 
                    Os quilombos se localizavam na mata para que fosse dificil a recaptura e os que se escondiam perto da civilização saqueavam e assim sobreveviam.Outro jeito de sobreviver era por meio da agricultura,da pesca, e da caça.
Plantavam de tudo,de milho a cana de açúcar .Eles comercializavam metais,tecido e palhas também.
Eles acreditavam numa forma de politica bastante conhecido para eles,que era ter um lider para que lutasse pelos seus direitos dos outros negros e que incentivassem a lutar pelos seus direitos.Dois lideres importantes para eles,nessa época da busca pelos direitos iguais foram: Ganga Zumba e Zumbi.
                  Sua cultura vem dos antepassados,mas com o passar do tempo,as ideias e valores foram modificados.Eles  se viram meio que obrigados a se adptarem ao "meio".Esse "meio",eram os portugueses,indigenas que ali viviam e assim multiplicavam por meio da raça e da cultura.As manifestações  culturais(ex:quando alguém morria,tinha todo um ritual),os patrimônios públicos(ex:casa de alguém que foi importante  para eles,eles cuidavam),a luta pela igualdade e seus direitos,foram á base para que a cultura fosse mantida.Por fim,o governo teve que reprimir todos que eram adeptos a essa revolução,demorou algum tempo para que o governo conseguisse controlar toda essa revolução.Todo dia 20 de novembro(dia em que Zumbi dos Palmares veio a falecer pela emboscada de Domingos Jorge Velho) é comemorado o dia da consciência negra.
                É uma homenagem para todos que lutaram e resistiram a escravidão.No Brasil,em 1850, a Lei Eusébio de Queiroz que acabava com o tráfico negreiro foi aprovadada.Apenas no finaldo século XIX,é que a escravidão tornou-se proibida mundialmente ,a princesa Isabel assinou a Lei Áurea no Brasil,assim ocorrendo a abolição.
Critica:       Eles não possuiam direitos humanos no passado e meio que ainda não têm hoje em dia.Desde o momento em que eles foram obrigados a sairem de suas casas,a trabaharem de forma suja,imoral e anti humana e sem direitos a nada,tanto na educação,como na política e economia,eles perderam.
Até ano passado,foi criada uma lei de educação escolar quilombola,que fazem orientações para que os sistemas de ensino formulem projetos politicos pedagógicos adequenados á especifidade  das vivências ,realidades,história das comunidades quilombolas do país.
Uma vez que tudo foi proibido em 1888,e em 2013,eles vivem ainda nessa situação,nunca houve e provavelmente,nem terão o total dos direitos humanos.
                       Muitos vivem de forma irregular ainda,não têm o que comer,estudar e criar seus filhos.É uma realidade muito triste para um mundo tão avançado em que vivemos,uma pena,porque são pessoas do bem como qualquer outra,na maioria das vezes,são trabalhadores do campo.
O direito de ir e vir acaba,quando  eu impeço o direito humano de qualquer pessoa,chega ser ridículo o modo que eles tratam os negros,falam como se fosse "raça".O ser humano não poderia ser diferenciado por uma raça étinica.O caráter é mais importante que uma simples cor.
                         www.suapesquisa.com/historiadobrasil/quilombo/
                         www.pt.wikipedia.org/wiki/Quilombo


Escrito por normamjs às 18h12
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

AS COMUNIDADES QUILOMBOLAS

            Paulo Roberto de Ataíde (FEUC)
            Norma Maria J. da Silva / Orientadora (FEUC / SEEDUC)
1 – RESUMO

A Cultura Afro-Brasileira está em nossas vidas desde que os negros foram trazidos da África e, faz parte da cultura de nosso povo e de nossos costumes.
As comunidades Quilombolas são comunidades organizadas que vivem em territórios onde o governo brasileirodelimitou suas terras e, deu o direito a elas;essas comunidades estão organizadas, apesar das dificuldades que enfrentam. Atualmente, as políticas públicas resguardam e valorizam a Cultura Quilombola, preservando-as para que se mantenham e passam a preservar a sua história e cultura, para que os jovens e crianças não percam os seus costumes que são passados de pais para filhos.    
Há a necessidade de garantir o direito à terra dessas comunidades, escolas para as crianças, porque mesmo vivendo isolados, o governo precisa dar os mesmos direitos de cidadania a todos.


2 – CRÍTICA 

            Não podemos falar de direitos humanos, sem citar a convivência das sociedades que são diferentes nos seus costumes e forma de vida.
            A partir da Constituição Federal de 1988, os Quilombolas tiveram suas terras reconhecidas, através do Artigo 68 (ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS(ADCT). O Decreto 4887/2003 concedeu aos Quilombolas como critério para identificação das suas comunidades, fundamentado na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). (O Decreto 4887/2003 identifica assim essas comunidades.).
            A Organização Internacional do Trabalho (OIT) deu aos povos indígenas e tribais, garantia fundiária e regularizou as terras ocupadas por essas comunidades. Garantiu assim, a convivência do povo Quilombola no seu âmbito social, econômico e cultural. Os Quilombolas ainda são povos desconhecidos pela sociedade brasileira, porém, isso faz com que tenham visibilidade. O governo identificando-os como comunidades organizadas, dá a esses povos a segurança de preservarem seus costumes e suas diversas expressões culturais.
Desde o Censo Escolar de 2007, o Brasil identificou, aproximadamente, 151 mil alunos em 1253 escolas localizadas em comunidades quilombolas, estando quase 75% delas concentradas na região Nordeste. Poucas comunidades têm unidade educacional com o ensino fundamental completo. Assim sendo, não serão esses povos mais aculturados e sem memória histórica, mesmo vivendo com precariedade e pouca condição social.


REFERÊNCIAS:

Disponívelem:<http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=857&Itemid=1>. Acesso em: 03 abr. 2013.

Disponívelem:<http://educador.brasilescola.com/politica-educacional/comunidades-quilombolas.htm>. Acesso em: 03 abr. 2013.



Escrito por normamjs às 18h10
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

A Cultura dos remanescentes de quilombos: os quilombolas
            Os remanescentes de quilombos: os quilombolas, preservam ainda um pouco da cultura de seus antepassados, mas isso acontece com mais força no que diz em relação ao trabalho.
            O modo como trabalham ainda é muito ligado ao modo como os “antigos” faziam. Pesca, agricultura e artesanato são as principais fontes de renda da comunidade, não se voltando para nenhuma outra atividade de trabalho, a não ser estas mais “rústicas”.
            No que diz respeito a festas religiosas, danças, acabou-se perdendo um pouco a força, isso se deve muito em conta aos jovens, que, sendo os principais que poderão dar continuidade a tais tradições, não o fazem. A educação ainda é muito precária nas comunidades, o que faz com que os jovens necessitem sair para avançar em seus estudos. E, no momento em que esses jovens saem de suas comunidades, a identidade se perde, se fragmenta. Muitos habitantes antigos percebem e querem “resgatar essa cultura”, mas veem nisso um empecilho para que as tradições permaneçam.

Comentários sobre o modo de viver dos quilombolas, por Thiago Calago Lima
            Tecer qualquer tipo de comentário acerca do modo de viver dos remanescentes quilombolas é complicado. Complicado porque são culturas diferentes, são modos de ver a vida diferentes, mas pode haver uma tentativa.
            Um ser “urbanoide” ao ler, ter contato com tal modo de viver leva um choque, e se pergunta: como eles podem viver assim?
            Seja pelo isolamento, seja pela maneira rústica como nutrem sua fonte de renda, o espanto é causado.
            Para poderem continuar com suas tradições é preciso isolar-se do mundo “exterior”. O que complica o avanço na maneira de pensar e agir, pois o que pode vir de fora, pode “conturbar” o de “dentro”, a identidade pode se perder, a tradição pode acabar, e nisso existe um impasse.
Sair da comunidade e conhecer novas formas de viver e ver a vida, ou permanecer r manter a tradição? A resposta para tal pergunta alguns quilombolas podem dar, mas muitos permanecerão na dúvida.

Referências Bibliográficas:
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional/ nacional, saiba-mais-sobre-remanescentes-de-quilombos existentes-no-pais, 272414, 0. Htm
http://www.cpsip. org.br/comunidades/html/I brasil pe. Hmtl

Thiago Calago Lima 6° período Português/ Literaturas – FEUC


Escrito por normamjs às 18h10
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

A Cultura quilombola.       
            O Brasil, como ex colônia  portuguesa, traz em sua história uma mancha de sangue marcada pela cultura escravista trazida de Portugal pelos nossos colonizadores.
            Os negros trazidos de África como escravos representavam maior resistência aos senhores fazendeiros que os mulatos nascidos em território brasileiro, no entanto, indiferentemente da origem, o negro escravo sempre manteve em seu íntimo o desejo de luta pela liberdade. Essa constante luta pela liberdade levou muitos desses escravos a fugirem das fazendas. Os escravos fugitivos que não eram recuperados embrenhavam-se pelo mato e se escondiam em territórios isolados, de acesso difícil. A opção por esses locais isolados não era inocente. Refugiavam-se em meio a floresta, pois era uma das poucas formas de protegerem a liberdade que conquistavam pela fuga.
            A criação dessas ilhas de proteção entranhadas mata a dentro originou os Quilombos.
            Os quilombos, durante o período imperialista, representavam um sonho de esperança e liberdade. Esses quilombos, hoje são comunidades rurais mantidas por descendentes de escravos que vivem segundo um ideal de apoio mutuo entre eles.
            Mesmo estando isolados do convívio social com o restante da sociedade brasileira, os quilombos não estão desprovidos de cultura e conhecimento. O povo quilombola tem um profundo conhecimento sobre plantas medicinais, manejo sustentável da terra entre outros. Sua cultura é enriquecida com histórias e lendas transmitidas de uma geração à outra por tradições orais. As histórias do povo negro, da luta, do sofrimento e da libertação são cantadas nas rodas de Ki Zomba.
           Para o povo quilombola a terra em que vivem representa todo um passado de luta e esperança e faz parte da cultura quilombola o respeito a terra. Para esse povo, sua terra é preciosa e precisa ser preservada. Eles não vêem a terra como bem material passível de venda. É a terra que lhes prove a vida e a existência.
          Mesmo sendo um povo carente de recursos e tendo o acesso à educação e à saúde limitados pelas dificuldades, a cultura dos quilombolas é rica e sua história também é nossa história e faz parte da história brasileira.
Comentários sobre o modo de viver dos remanescentes quilombolas, por Cintia de Faria da Silva.

        Fica visível a carência os quilombos, porém por outro lado podemos ver o amor pela terra por direito conquistada por gerações anteriores, o respeito pela história e pela natureza, visto que alguns dos territórios quilombolas tem uma taxa de desmatamento inferior a 20%.
       É admirável o carinho, o manter a família, o desenvolvimento de uma cultura, o reconhecimento da história, os meios de vida simples sem se deixar levar pelo progresso e pelo capitalismo exagerado dos dias atuais, mesmo vivendo em condições tão precárias.
       É dever do governo prover e implementar políticas que permitam o desenvolvimento e a existência das comunidades, no entanto, desenvolver sem romper com a cultura.

Cintia de Faria da Silva.  (Graduanda da FEUC em Letras 6º período.)


REFERÊNCIAS:
Revista USP. São Paulo, nº 68 p. 104-111. Dezembro/ fevereiro 2005-2006. 
Revista Nunes nº 13. Setembro/dezembro de 2009. Etinicidade e religiosidade de Olaria, em Irará (BA).
Comunidades quilombolas no Brasil
(Áudio e vídeo) 


Escrito por normamjs às 18h09
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

" A cultura dos remanescentes de quilombos: os quilombolas."

RESUMO:

          Os grupos étnicos conhecidos como comunidades remanescentes de quilombos " Quilombolas" são constituídos pelos descendentes dos escravos negros.
          Eles ocupam um território e compartilham características culturais até os dias de hoje.
          Constituíram uma grande diversidade de processos, como as fugas e ocupação de terras. Geralmente isoladas, conquistaram  também terras por meio de heranças, por doações, pagamento por serviços prestados e também por permanência nas terras onde cultivavam e ocupavam dentro de grandes propriedades, isso durante a vigência do sistema escravocrata e até mesmo depois da abolição.

COMENTÁRIOS:

          A característica do quilombo era resistência e a autonomia. A história dos quilombos conta que não existem só no Brasil mas também em outros países da américa do Sul como Colômbia, Equador e outros da América Central, como a Nicarágua, e outros que são conhecidos como cri
oles e garifunas.
         Não existe um levantamento oficial sobre o número de comunidades quilombolas existentes no Brasil.
         As comunidades quilombolas vieram de uma para outra, suas manifestações culturais, entre outros estados como a Bahia, Minas Gerais, Paraoriximiná, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo.
        Os territórios Quilombolas, as terras conquistadas pelos escravos são um legado transmitido de geração a geração.
        Os territórios das comunidades, atualmente, são conhecidos como renascentes de quilombos ou quilombolas.

Roberta Mendes de Oliveira   (Graduanda da FEUC em Letras 6º período.)


Referências Bibliográficas:
Comunidades Quilombolas no Brasil, semana da consciência negra.


Escrito por normamjs às 18h08
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

RESUMO:
A Cultura dos remanescentes de quilombos: “Os Quilombolas”.

            Os quilombos eram locais muito afastados, isolados onde eram formadas pequenas comunidades compostas por escravos fugidos. Atualmente a cultura dos remanescentes de quilombos é muito fiel à cultura originada no século XIX. As moradias permanecem em locais de difícil acesso, as mulheres cuidam da casa, alimentação e dos filhos, enquanto os homens vão para a roça cuidar do cultivo de alimentos, pesca, que é o modo de sustento de toda sua família.
           Pelo fato de preservar sua cultura longe da sociedade das grandes cidades, os quilombolas têm uma vida simples, com alimentação e sustento vindos da terra onde vivem. Pela falta de contato frequente com a cidade grande, os remanescentes de quilombos falam um português de difícil compreensão para aqueles que não são habituados com o seu dia-a-dia. O que caracteriza, portanto, o quilombo não é o isolamento ou a fuga, visto que hoje não acontecem mais as perseguições aos negros, e sim a resistência e a autonomia.    
COMENTÁRIO:
O modo de viver dos remanescentes quilombolas por Anderson De Paula
          Como observamos, nos dias atuais, a cultura dos remanescentes é muito viva. Vista por uma sociedade com cultura diferente, o modo de viver dos remanescentes pode nos parecer uma cultura sofrida, apesar de acreditar que a cultura de um povo não pode ser julgada, ou por em questão aquilo que um povo acredita.
         Pensamos que, nos dias atuais, os remanescentes poderiam se aproximar da população da cidade, visando obter certos benefícios e qualidade de vida para seu grupo, como um pouco mais de conforto e desenvolvimento. A educação seria um aspecto a ser discutido, uma vez que com o distanciamento do grupo o processo educacional é comprometido. Essa divagação a respeito da aproximação dos quilombolas com a cidade é muito sensível, uma vez que envolveriam diversos fatures como a questão da regularização fundiária e o próprio conflito de culturas que poderiam acontecer.
 Anderson De Paula    (Graduando da FEUC em Letras 6º período.)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


Escrito por normamjs às 18h07
[(0) Comente] [envie esta mensagem
] []

 

 

Resumo
“ A cultura dos remanescentes de quilombos: os Quilombolas.”
          Os quilombolas são os remanescentes dos quilombos que fugiram do cativeiro para regiões isoladas, em busca de liberdade e em resistência a escravidão. A cultura dos quilombolas, apesar de ainda ser desconhecida, é rica em conservar práticas de vivência por gerações. Produzem o seu próprio sustento, cultivando nas terras em que vivem o seu alimento, trabalham incansavelmente no plantio, e ainda tecem com palhas de bananeiras produtos artesanais. Suas tradições religiosas, seus conhecimentos científicos, sua visão de mundo, sua cultura  vai muito além do estereótipo de “ escravos fugidos”. Um passado de luta por uma autonomia fez doa quilombolas símbolo de esforço e persistência, pois ainda hoje, em pleno séc.XXI , os quilombolas continuam vivendo em resistência  a qualquer jugo político-social. Porém, os obstáculos que se interpõem para eles ainda são grandes, as questões de problemas de acesso à água potável, saneamento básico, construção de hidrelétricas, reconhecimento judicial de posse das terras, direito à educação escolar, saúde, enfim, geram maiores dificuldades para os quilombolas viverem, e voltamos a rever o tempo, em pleno séc. XXI.

Comentário sobre o modo de viver dos remanescentes quilombolas, por Fabíola Fernandes Costa.

          Os remanescentes quilombolas são exemplo de luta, força e persistência para todo o povo brasileiro. Eles são em parte  a essência do povo brasileiro, pois se doaram e se doam em nossas terras muito mais do que qualquer um de nós. Refletir no modo em que vivem os remanescentes, me faz pensar no país democrático em que vivemos, pois ainda hoje, passadas gerações e gerações muitos quilombolas ainda não receberam pela justiça a legalização de posse de suas terras. Terras onde vivem, onde moram, onde casam, onde comem. Não sei se a dignidade de viver implicaria nisso, mas sei que é um absurdo a educação básica escolar não chegar até eles. Os quilombolas são a história do Brasil, e como podem ser  tão esquecidos pela sociedade brasileira e pelas autoridades constituídas justamente  para distribuir igualdade sobre um país. Mesmo que para eles não haja talvez  diferença, pois ainda gostam de viver nas terras dos quilombos. Nós que estamos na cidade, não podemos restringi-los a receberem os avanços tecnológicos  e conhecimentos gerais que todos os brasileiros têm direitos. Eles não têm obrigação de sair dos quilombos e deixaram tudo o que construíram, nós é que devemos chegar lá, e oferecê-los o que é de direito.
Fabiola Fernandes Costa  (Graduanda da FEUC em Letras 6º período.)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

http://www.cananet.com.br/história/database/artigo/artigo 103.html

Nenhum comentário:

Postar um comentário